Ontem, quinta-feira, estava ouvindo a rádio Band News FM pela manhã, quando chegou a hora do apresentador Ricardo Boechat conversar com Milton Blay, correspondente da Band News FM na Europa(França), ele, então, explicou porque ama as quintas-feiras, disse que outro estava relembrando esse fato e foi regredindo até chegar à época da escola. Quando chegava a quanta-feira ficava feliz por ser véspera da sexta-feira, estava perto o final de semana e ele ficava livre para jogar futebol com os amigos, ir à praia, sair de casa para passar, etc...
Eu me vi no que o Boechat falava. Eu amo as quintas-feiras, reconheço que já amei mais, houve um tempo que era o meu dia favorito, até mais que final de semana. Por alguns motivos idênticos aos que fizeram o Boechat também gostar das quintas-feiras, por ser véspera da sexta-feira e saber que a aproximação de dois dias livres para jogar futebol com os amigos, andar de bicicleta na praia e na Lagoa, estava mais palpável do que nunca.
Alguns dos dias mais felizes da minha vida foram na quinta-feira, como o dia em que a garota que eu gostava no colégio passou e falou comigo com o mais belo sorriso que minha mente consegue recordar. O dia que eu ouvi o disco que mudou minha vida(Led Zeppelin IV), o dia que decidi que ia ser jornalista, e vários outros...
O tempo onde fui praticamente casado com as quintas-feiras foi entre julho e dezembro de 1997, época que o jornal O Globo publicava a coleção de grandes clássicos da literatura da língua portuguesa. Era maravilhoso toda quinta-feira adquirir um novo livro por apenas R$ 2,00. Grandes clássicos como "Dom Casmurro", "Primo Basílio" e "Senhora" eu conheci através desta bela iniciativa do jornal O Globo.
Hoje a quinta-feira é apenas o dia de "A Grande Família" e de vez em quando de "Linha Direta Justiça", o jornal O Globo se tornou instrumento oficial de oposição ao governo Lula, ficou chato por causa disso, mas quem sabe um dia eu não volto para os braços do dia da semana onde fui mais feliz.
Eu me vi no que o Boechat falava. Eu amo as quintas-feiras, reconheço que já amei mais, houve um tempo que era o meu dia favorito, até mais que final de semana. Por alguns motivos idênticos aos que fizeram o Boechat também gostar das quintas-feiras, por ser véspera da sexta-feira e saber que a aproximação de dois dias livres para jogar futebol com os amigos, andar de bicicleta na praia e na Lagoa, estava mais palpável do que nunca.
Alguns dos dias mais felizes da minha vida foram na quinta-feira, como o dia em que a garota que eu gostava no colégio passou e falou comigo com o mais belo sorriso que minha mente consegue recordar. O dia que eu ouvi o disco que mudou minha vida(Led Zeppelin IV), o dia que decidi que ia ser jornalista, e vários outros...
O tempo onde fui praticamente casado com as quintas-feiras foi entre julho e dezembro de 1997, época que o jornal O Globo publicava a coleção de grandes clássicos da literatura da língua portuguesa. Era maravilhoso toda quinta-feira adquirir um novo livro por apenas R$ 2,00. Grandes clássicos como "Dom Casmurro", "Primo Basílio" e "Senhora" eu conheci através desta bela iniciativa do jornal O Globo.
Hoje a quinta-feira é apenas o dia de "A Grande Família" e de vez em quando de "Linha Direta Justiça", o jornal O Globo se tornou instrumento oficial de oposição ao governo Lula, ficou chato por causa disso, mas quem sabe um dia eu não volto para os braços do dia da semana onde fui mais feliz.

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